Argentina
Brasil
Bolivia
Chile
Colombia
Ecuador
España
Mexico
Peru
Portugal
Uruguay
Venezuela

Portada
Documentos
Encuentros
Vídeos
Libros
¿Quienes somos?
Participar
[ ir ]

 
 

28 de abril de 2004
Portugal - BCP reduz taxa efectiva de imposto para 5,21%
Diario Económico 11:53 Horas


Tributação sobre os lucros do primeiro trimestre de 2004 também baixou no BES mas subiu para 20% no BPI.

O Banco Comercial Português foi o grupo financeiro que pagou menos impostos sobre os seus resultados trimestrais, de entre as instituições financeiras que integram o índice PSI 20. O banco liderado por Jardim Gonçalves reduziu a sua taxa efectiva de IRC de 7,17% para 5,21%, pagando apenas 6,76 milhões de euros de impostos. Uma queda que, segundo a instituição, se deve ao facto de o grupo ter beneficiado de reportes de prejuízos fiscais em exercícios passados, resultantes das aquisições realizadas anteriormente. Além disso, o BCP utilizou benefícios fiscais referentes a dividendos e às actividades desenvolvidas na Zona Franca da Madeira. O Banco Espírito Santo também ganhou eficiência fiscal, diminuindo a sua taxa efectiva de IRC de 16,2% para 14,5%. O imposto que o banco de Ricardo Salgado pagou ao Estado reduziu-se para 13,1 milhões de euros. O Banco BPI foi o único em que a percentagem de impostos sobre lucros cresceu, passando de 10% para 20%. Isto porque a instituição liderada por Fernando Ulrich deixou de beneficiar de um crédito fiscal, o que aumentou para 16,4 milhões de euros o valor a entregar ao fisco.




Envíe esta noticia a un conocido